quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Novembro, nada doce.

Eles se disciplinaram a não demonstrar, não se importar
então elas passaram a ser treinadas por eles mesmos, a não sentir.

E assim terminava uma era que já acreditou em grinalda, tapete vermelho, lua de mel no exterior, filhos na Disney, beijos no cinema e sexo ao pôr-do-sol na praia.

Queimaram os livros de histórias e formaram uma coleção de auto ajuda, auto sobrevivência, pois o mundo agora era assim: ou dos que nada sentem ou dos que sentem muito e cansaram de bater em porta semi- aberta, mas de morador que finge dormir.

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